Quando fazer a investigação pré-nupcial?

Quando fazer a investigação pré-nupcial?

Quando fazer a investigação pré-nupcial? | Detetive Daniele

O profissional de investigação particular é muito procurado para desmistificar diversas situações suspeitas, seja em uma empresa, família ou em um relacionamento.

Um dos tipos de investigação particular que tem crescido com essa possibilidade é a pré-nupcial, solicitada por pessoas que, antes de oficializarem o “sim”, desejam ter certeza da índole do parceiro.

O detetive particular normalmente é contratado por pessoas que possuem bens materiais e não querem entrar em um relacionamento estável com alguém com índole duvidável ou mesmo um impostor.

Neste caso a investigação pré-nupcial pode auxiliar a identificar identidades falsas, golpes, traições e mentiras.

Este tipo de investigação também é frequentemente buscado por pessoas que passaram por experiências traumáticas em relacionamentos anteriores e desejam se resguardar, evitando uma nova decepção.

Diferentemente do que ocorre na investigação matrimonial, nestes casos o detetive é contratado antes mesmo que haja uma desconfiança motivada por comportamento suspeito.

Em que momento realizar a investigação pré-nupcial?

Profissionais da área indicam que a investigação seja realizada um pouco antes do casamento, seja no civil ou na igreja, isso para que, caso seja identificado algo suspeito, o cliente tenha mais tempo para tomar uma decisão.

A investigação pré-nupcial, assim como a conjugal, leva cerca de 10 dias para ter resultados conclusivos. Assim, é indicado que a investigação tenha início, em média, dois meses antes do casamento.

Algumas pessoas mais precavidas preferem adotar a investigação logo após o noivado para que, se for identificado algum comportamento questionável, evite-se o desgaste de um rompimento próximo ao dia do matrimônio.

Como é conduzida a investigação?

Ao conduzir uma investigação pré-nupcial o detetive particular utiliza de diversos recursos tecnológicos que permitem mais discrição e eficiência na realização do serviço. São diversos os aparatos e recursos de monitoramento que podem ser utilizados, como:

  • Câmeras fotográficas;
  • Gravadores de áudio e vídeo;
  • Escutas;
  • Rastreadores;
  • Análise e monitoramento de bancos de dados;
  • Monitoramento de redes sociais.

Além dessas estratégias, o profissional ainda acompanha todos os passos do investigado com o objetivo de identificar os locais frequentados, as companhias e os trajetos utilizados.

É importante que, para a condução de um monitoramento desse tipo, o detetive particular tenha experiência para manter ao máximo a discrição da investigação e não levantar suspeitas. Por fim, o detetive apresenta um relatório completo, com as provas coletadas, ao contratante.

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