Como devo me comportar após contratar um detetive particular?

Como devo me comportar após contratar um detetive particular?

Na área de investigação particular são recorrentes os casos nos quais, após contratar um detetive particular, a pessoa quer participar da investigação como forma de se inteirar sobre o andamento do caso.

Entretanto, este tipo de atitude é extremamente prejudicial, tanto para o curso do processo quanto para o detetive particular, podendo afetar negativamente o próprio contratante.

É importante que após contratar um detetive particular o cliente se informe com o profissional como deve se portar e também seguir fielmente as condições impostas pelo investigador, evitando que todo o caso seja colocado em risco devido a uma atitude imprudente.

Como me portar em relação ao detetive particular?

Como foi ressaltado acima, o cliente não deve participar da investigação com o detetive particular. Esse cuidado é importante, pois durante um caso o profissional realiza diversas práticas aprendidas com os anos de experiência para evitar que seja descoberto.

Por exemplo, se o cliente decide seguir o investigado sem o consentimento do detetive, coloca em risco o sigilo da investigação, podendo levantar alguma suspeita e fazer com que o investigado mude seus hábitos diários, impedindo que sejam encontradas pistas de atitudes que motivaram a contratação do serviço.

Outro complicador é que, caso haja uma confirmação de uma traição ou de uma atitude incorreta do investigado, o cliente tenha uma reação premeditada que impeça a adequada coleta de provas que possa esclarecer o caso com mais segurança.

O ideal é que, após contatar o detetive particular para uma investigação, o cliente aguarde um parecer do profissional ou realize um contato via telefone atendendo o tempo solicitado pelo detetive.

Como me portar diante do investigado?

Existem casos nos quais, após contratar o detetive, independentemente do tipo de investigação solicitada, o cliente fica ansioso por uma resolução e começa a ser mais incisivo com o investigado, cerceando as atividades diárias, ligando mais vezes que o comum, questionando horários e atitudes com mais frequência etc.

Ao adotar essa atitude mais questionadora, o cliente faz com que o investigado fique mais “na defensiva”, o que pode interferir nas atividades diárias e mudar a postura do investigado durante os dias nos quais há uma pressão a mais.

Essa postura também prejudica o desenvolvimento da investigação.

O ideal é que o cliente mantenha as mesmas práticas do dia a dia, mudando a rotina o menos possível durante esse período e também mantendo a relação com o investigado o mais comum que puder para não levantar suspeitas e permitir que o detetive particular realize uma investigação mais segura, confiável e rápida.

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